{"id":32593,"date":"2025-04-23T16:06:33","date_gmt":"2025-04-23T19:06:33","guid":{"rendered":"https:\/\/ecam.org.br\/?p=32593"},"modified":"2025-05-07T13:20:50","modified_gmt":"2025-05-07T16:20:50","slug":"ecam-25-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ecam.org.br\/en\/blog\/ecam-25-anos\/","title":{"rendered":"Ecam 25 Years"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 25 anos, a Ecam tem sido um elo entre o desenvolvimento socioecon\u00f4mico e a conserva\u00e7\u00e3o ambiental, fortalecendo comunidades e promovendo solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. Nossa jornada come\u00e7ou com um grupo de pesquisadores engajados em mapear e preservar territ\u00f3rios tradicionais, e hoje seguimos impulsionando mudan\u00e7as significativas na Amaz\u00f4nia e em outras regi\u00f5es do Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Ecam surgiu a partir da atua\u00e7\u00e3o de um grupo de pesquisadores em 1999. A equipe integrava um projeto de mapeamento colaborativo da Amazon Conservation Team (ACT) no Suriname, j\u00e1 na fronteira com o Brasil, junto a popula\u00e7\u00f5es tradicionais daquele pa\u00eds. A metodologia desenvolvida naquele territ\u00f3rio acabou se tornando refer\u00eancia e os profissionais convidados para executar o modelo em terras brasileiras, cont\u00edguo aos 14 povos ind\u00edgenas da regi\u00e3o do alto Xingu, no estado do Mato Grosso. Junto a Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (FUNAI) os profissionais realizaram um amplo levantamento, reunindo as caracter\u00edsticas culturais, hist\u00f3ricas e costumeiras, consolidando assim um panorama completo sobre a ancestralidade e tradi\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, que come\u00e7ava a sentir os primeiros efeitos da assimila\u00e7\u00e3o cultural e valores ocidentais. O mapeamento teve resultados significativos, firmando a possibilidade de novas frentes de trabalho, assim, em 2002, Vasco van Roosmalen, um dos pesquisadores, estabeleceu a Ecam.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda em 2002, o grupo integrado por ge\u00f3grafos, agr\u00f4nomos, advogados entre outros profissionais, fixou conv\u00eanio para a promo\u00e7\u00e3o de um mapeamento cultural colaborativo com os povos ind\u00edgenas do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, no estado do Amap\u00e1, j\u00e1 na fronteira com a Guiana Francesa. O territ\u00f3rio enfrentava a expans\u00e3o da atividade de garimpo e a presen\u00e7a de agentes externos, o que exigia um programa de vigil\u00e2ncia. Assim, foram inseridos agentes ambientais ind\u00edgenas, chamados de guarda-parque, que uma vez treinados, passaram a cuidar do territ\u00f3rio protegido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo que as atividades no Norte ocorriam, o trabalho com os povos ind\u00edgenas do alto Xingu era expandido. Ap\u00f3s o mapeamento, uma nova procura surgiu, a pedido da FUNAI, foi solicitado um estudo de gest\u00e3o para acompanhar o que acontecia dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas depois da demarca\u00e7\u00e3o, uma vez que n\u00e3o havia uma pol\u00edtica e nem apoios de processos de renda alternativa. Essas discuss\u00f5es avan\u00e7aram, no entanto, somente em 2012 transformaram-se na Pol\u00edtica Nacional de Gest\u00e3o Territorial e Ambiental de Terras Ind\u00edgenas (PNGATI) que objetiva proteger os recursos naturais das terras ind\u00edgenas, garantindo o uso sustent\u00e1vel. Cabe destacar, que ao longo da d\u00e9cada (2002-2012) a Ecam acompanhou esse processo, participando das primeiras discuss\u00f5es, bem como da instrumentaliza\u00e7\u00e3o dos programas e a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2007, a Ecam em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o de Defesa Etnoambiental Kanind\u00e9, Forest Trends, Funbio e a Incubadora do Grupo Katoomba, foi parceira na implementa\u00e7\u00e3o do Fundo Paiter Suru\u00ed, liderado pela Associa\u00e7\u00e3o Metareil\u00e1 do Povo Ind\u00edgena Suru\u00ed, na TI Sete de Setembro no estado de Rond\u00f4nia. Idealizado para combater o desmatamento naquele territ\u00f3rio por meio do mecanismo REDD+ (Redu\u00e7\u00e3o de Emiss\u00f5es por Desmatamento e Degrada\u00e7\u00e3o), o fundo tinha como prop\u00f3sitos: preservar a floresta, promover a sustentabilidade e gerar recursos financeiros atrav\u00e9s da venda de cr\u00e9ditos de carbono. Merece aten\u00e7\u00e3o o fato do projeto ind\u00edgena ser o primeiro de carbono certificado internacionalmente e do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>A contribui\u00e7\u00e3o junto ao povo ind\u00edgena Suru\u00ed, permitiu avan\u00e7ar para a execu\u00e7\u00e3o do Programa Novas Tecnologias, apresentado a Rebecca Moore, naquele per\u00edodo, uma das principais lideran\u00e7as do Google. O programa foi uma iniciativa destinada a apoiar povos ind\u00edgenas, comunidades quilombolas e pequenos produtores da Amaz\u00f4nia Legal na implementa\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis em seus territ\u00f3rios. Executado nos estados do Maranh\u00e3o, Mato Grosso, Tocantins, Amap\u00e1, Par\u00e1 e Rond\u00f4nia, o intento fornecia treinamento no uso das ferramentas Google Earth, Open Data Kit (ODK) e YouTube, capacitando essas comunidades na gest\u00e3o e monitoramento ambiental de suas \u00e1reas. O plano contava com a parceria do Google Earth Solid\u00e1rio, da USAID e da CONAQ (Coordena\u00e7\u00e3o Nacional de Articula\u00e7\u00e3o das Comunidades Negras Rurais Quilombolas).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2014, com aporte financeiro do Fundo Amaz\u00f4nia, a Ecam executou o Projeto Capacitar para Conservar, que a partir de oficinas de capacita\u00e7\u00e3o formava agentes e gestores ambientais, objetivando promover o fortalecimento de \u00e1reas protegidas no estado do Amap\u00e1. Nesse projeto, a Ecam contou com a parceria do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), Universidade Federal do Amap\u00e1 (UNIFAP), Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Amap\u00e1 (Sema-AP) e do Instituto Estadual de Florestas do Amap\u00e1 (IEF). Al\u00e9m disso, a iniciativa incluiu a forma\u00e7\u00e3o de Guarda Parques Estaduais e a implementa\u00e7\u00e3o de um Curso M\u00e1ster para Gestores de \u00c1reas Protegidas, visando aprimorar a gest\u00e3o e a conserva\u00e7\u00e3o desses territ\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>No contexto de continuidade das suas a\u00e7\u00f5es, a Ecam integrou o Projeto Gest\u00e3o Socioambiental Municipal, desenvolvido em comunidades do estado de Rond\u00f4nia, com apoio financeiro do Fundo Vale. A iniciativa tinha como foco impactar a vis\u00e3o socioambiental das localidades e promover uma rede de colabora\u00e7\u00e3o voltada ao desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o. Juntamente com a Kanind\u00e9, Idesam, ICV, IBAM, Agenda P\u00fablica, Alian\u00e7a da Terra, Universidade da Fl\u00f3rida, Forest Trends Association e Imazon, a Ecam trabalhou para fortalecer a governan\u00e7a ambiental, o capital social e a gest\u00e3o municipal colaborativa e respons\u00e1vel. O projeto tamb\u00e9m articulou pol\u00edticas p\u00fablicas para a gest\u00e3o socioambiental municipal, visando melhorar a qualidade de vida das comunidades tradicionais e promover a conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Os planos de biodiversidade e gest\u00e3o, que posteriormente se consolidaram como programas, foram expandidos a partir de 2015 para os territ\u00f3rios quilombolas que faziam limite com os territ\u00f3rios ind\u00edgenas, consolidando novos projetos da Ecam com um modelo de engajamento que envolvia empresas, munic\u00edpios e comunidades. Em 2016, a partir de uma parceria com a HUMANA, a Ecam passou a desenvolver a iniciativa Territ\u00f3rios Sustent\u00e1veis. Executado junto a popula\u00e7\u00f5es quilombolas dos munic\u00edpios de Oriximin\u00e1, Terra Santa e Faro, no estado do Par\u00e1, o projeto contava com financiamento da Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte (MRN). A a\u00e7\u00e3o desenvolveu estrat\u00e9gias, modelos e mecanismos de gest\u00e3o territorial e coletiva de recursos, objetivando a amplia\u00e7\u00e3o do capital social local e a autonomia das comunidades. As atividades que duraram at\u00e9 o ano de 2021 tiveram o apoio de prefeituras, organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil e a ARQMO, representante dos territ\u00f3rios quilombolas.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Em 2017, a Ecam assumiu a fun\u00e7\u00e3o de coordenadora executiva da Plataforma Parceiros pela Amaz\u00f4nia (PPA), rede composta por empresas comprometidas com a cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es inovadoras voltadas para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o amaz\u00f4nica. A coordena\u00e7\u00e3o compartilhada tamb\u00e9m pela USAID, CIAT, Idesam e Instituto Peabiru, se consolida como uma alian\u00e7a de trabalho colaborativa e estrat\u00e9gica para a preserva\u00e7\u00e3o da floresta e o bem-estar das comunidades locais. Neste mesmo ano, com o apoio do Fundo Vale, a Ecam tamb\u00e9m deu in\u00edcio \u00e0s atividades do Projeto Pecu\u00e1ria Sustent\u00e1vel, voltado a mitigar o desmatamento em \u00e1reas de alta sociobiodiversidade, no munic\u00edpio de Oriximin\u00e1, no estado do Par\u00e1. Integrado por produtores rurais, incluindo criadores de gado de corte e leite, a a\u00e7\u00e3o visou orientar os participantes a adotarem pr\u00e1ticas de pecu\u00e1ria intensiva, evitando a necessidade de abrir novas \u00e1reas de pasto, promovendo assim a sustentabilidade ambiental e econ\u00f4mica dos territ\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de 2018 a Ecam iniciou o Programa Compartilhando Mundos, segunda fase do Programa Novas Tecnologias, com a finalidade de auxiliar comunidades tradicionais quilombolas e ind\u00edgenas dos estados do Par\u00e1, Amap\u00e1, Rond\u00f4nia e Mato Grosso em an\u00e1lises de dados socioecon\u00f4micos, visando o uso estrat\u00e9gico dessas informa\u00e7\u00f5es para a reivindica\u00e7\u00e3o de direitos. Realizado em parceria com o Google Earth Solid\u00e1rio, USAID e CONAQ, o programa tamb\u00e9m buscou fortalecer pr\u00e1ticas de gest\u00e3o territorial. Ainda neste ano a entidade participou da primeira fase do Projeto UNI Amaz\u00f4nia, plataforma de conex\u00e3o idealizada com o objetivo de ampliar as vozes de pessoas que vivem e cuidam da Amaz\u00f4nia. A a\u00e7\u00e3o da O2 Filmes contava novamente com o apoio da USAID.<\/p>\n\n\n\n<p>A expans\u00e3o da Ecam acabou por estabelecer novas metodologias para atender outras frentes de trabalho, assim, foi lan\u00e7ada a Ecam Neg\u00f3cios Sociais para auxiliar empresas privadas em processos de licenciamento social, gest\u00e3o de mecanismos financeiros e neutraliza\u00e7\u00e3o de carbono, e a Ecam Projetos Sociais para atuar diretamente com comunidades na implementa\u00e7\u00e3o de programas sustent\u00e1veis de desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, a organiza\u00e7\u00e3o apresentou a primeira fase do projeto UNI no SXSW, maior evento de inova\u00e7\u00e3o de criatividade do mundo realizado no mundo, mostrando metodologia e resultados. A Ecam tamb\u00e9m atuou na constru\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o do Fundo Quilombola, realizando o Semin\u00e1rio \u201cMecanismos Financeiros: caminhos para a constru\u00e7\u00e3o da autonomia quilombola\u201d e integrou o lan\u00e7amento da Plataforma Parceiros Pela Amaz\u00f4nia (PPA) no Par\u00e1, durante o Semin\u00e1rio Parcerias do Setor Privado Pela Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o per\u00edodo da pandemia de Covid-19, a Ecam realizou campanhas de apoio a comunidades tradicionais da Amaz\u00f4nia. Mobilizando parceiros, a organiza\u00e7\u00e3o consolidou uma rede de colabora\u00e7\u00e3o para ampliar a entrega de cestas b\u00e1sicas, kits de higiene, a confec\u00e7\u00e3o de m\u00e1scaras e distribui\u00e7\u00e3o de recursos nas comunidades. O Projeto Comunica Quilombo foi criado para fornecer informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis sobre a COVID-19 \u00e0s comunidades quilombolas do Amap\u00e1. Em parceria com a CONAQ\/AP e com o apoio da USAID, a iniciativa capacitou quilombolas para produzir materiais informativos em linguagem acess\u00edvel, ajudando a combater as fake news, promover a vacina\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da preven\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2023, a Ecam vem promovendo oficinas de cooperativismo, comunica\u00e7\u00e3o e direitos humanos. O p\u00fablico beneficiado incluiu comunidades quilombolas do Amap\u00e1, como Curralinho, Concei\u00e7\u00e3o do Marac\u00e1 e Cunani, onde foram discutidos temas como organiza\u00e7\u00e3o cooperativa, produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e comercializa\u00e7\u00e3o de produtos. Al\u00e9m disso, oficinas de comunica\u00e7\u00e3o e direitos humanos promovidas em 2024 contaram com a participa\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as dos estados do Par\u00e1, Amap\u00e1, Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia e Maranh\u00e3o, sendo as capacita\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de comunica\u00e7\u00e3o e engajamento para fortalecer a defesa dos direitos humanos.<\/p>\n\n\n\n<p>Olhando para os pr\u00f3ximos anos, a Ecam segue firme em seu compromisso de inova\u00e7\u00e3o e impacto social, ampliando suas a\u00e7\u00f5es e fortalecendo parcerias para um futuro mais sustent\u00e1vel e inclusivo<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ecam.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Banners-Post-2-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-32630\" srcset=\"https:\/\/ecam.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Banners-Post-2-1024x576.png 1024w, https:\/\/ecam.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Banners-Post-2-300x169.png 300w, https:\/\/ecam.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Banners-Post-2-768x432.png 768w, https:\/\/ecam.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Banners-Post-2-1536x864.png 1536w, https:\/\/ecam.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Banners-Post-2.png 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 25 anos, a Ecam tem sido um elo entre o desenvolvimento socioecon\u00f4mico e a conserva\u00e7\u00e3o ambiental, fortalecendo comunidades e promovendo solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis. 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